quarta-feira, 4 de novembro de 2015
NOP! fuck you, no light at the end of the tunnel
OMG PRRRRAAAAAISE THE LORD Q JA ACABEI O RELATÓRIO DE CONTACTO! ... agora falta estudar pa proto....tudo..........
e o teste é amanha =(
e o teste é amanha =(
terça-feira, 3 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
ser ou nao ser casal primordial, eis a questao!
Sentada na biblioteca a olhar para o exterior. Tao humido e chuvoso, mas tao livre. E eu aqui, a reviver um passado distante do qual nunca participei mas para o qual me e exigido desenvolvrr uma opiniao. Nao e facil, proto nao e dificil mas a concrptualizacao de uma realidade completamente distinta pode criar curtos-circuito num cerebro violentado e cansado como o meu.
Ora venha dai o memofante q pode ser q ajude a aliviar a pressao, ou n tarda o cerebro explode.
Ai, como ensejo por uma brisa fresca no meio deste cheiro a livros velhos, que ja de si me alegra o coracao.
Ora venha dai o memofante q pode ser q ajude a aliviar a pressao, ou n tarda o cerebro explode.
Ai, como ensejo por uma brisa fresca no meio deste cheiro a livros velhos, que ja de si me alegra o coracao.
domingo, 1 de novembro de 2015
Brain fart
Uau, tempo...fugaz e foge e eu não sei bem para onde. Desculpem lá qualquer coisinha mas hoje precisei de algo pa desabafar, fazer fluir a diarreia mental e retirar o peso no peito que advém da prisão constante em que me sinto. Na escrita voo, no blog destoo mas não me incomodo, porque a minha mente explora e ignora elementos sem sentido para ela mas reais para outros.
Perdoem-me, hoje é mesmo desabafo interno, sem sentido, maneira de despejar palavras sem nexo para aliviar a alma.
é o meu cérebro, é normal, eu sou assim. já não é defeito, é feitio. ou será defeito de fabrico? não sei, não me incomodo, eu fico e sou de qualquer modo.
até logo, alma minha, com os relatórios que se avizinham revisito o passado próximo e nele fico, com olhar de inveja, a olhar por cima do ombro para as minhas folhas ao vento...
Perdoem-me, hoje é mesmo desabafo interno, sem sentido, maneira de despejar palavras sem nexo para aliviar a alma.
é o meu cérebro, é normal, eu sou assim. já não é defeito, é feitio. ou será defeito de fabrico? não sei, não me incomodo, eu fico e sou de qualquer modo.
até logo, alma minha, com os relatórios que se avizinham revisito o passado próximo e nele fico, com olhar de inveja, a olhar por cima do ombro para as minhas folhas ao vento...
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