I used to be stronger...
What a hell happened to me?
sábado, 31 de maio de 2008
So tired...
Who am I?
I dunno...
That's a stupid question to ask myself...
But I'm tired of faking for everyones' sake, including mine.
So tired...
I dunno...
That's a stupid question to ask myself...
But I'm tired of faking for everyones' sake, including mine.
So tired...
terça-feira, 27 de maio de 2008
Like a small child
I feel like a small child, who can't possibly survive without crying.
I feel like a small child, who can't possibly exist without fearing.
I feel like a small child,who can't possibly be what he wants to.
I feel like a small child... that's what I am but that's not what I want to.
Long story short
domingo, 25 de maio de 2008
Eu quero
Não estou mal. Não estou 100% bem, mas aguenta-se bem.
Não estou segura, mas ainda tento seguir aquilo que acho que sou.
Algumas tarefas são dificeis de passar, mas com muito ou pouco esforço vão lá.
Há frases e palavras que magoam mais do que deviam. Não são 100% ignoradas, mas hão-de chegar lá.
As vezes interrogo-me, será que é preciso isto tudo? Tentar resolver as coisas em vez de sorrir? Sorrir e rir e divertir-me como antes fazia? Eu quero... Eu quero! EU QUERO!
(P.S.: Eu quero, posso e mando! Oh Yeah! xD Let's rock!)
Não estou segura, mas ainda tento seguir aquilo que acho que sou.
Algumas tarefas são dificeis de passar, mas com muito ou pouco esforço vão lá.
Há frases e palavras que magoam mais do que deviam. Não são 100% ignoradas, mas hão-de chegar lá.
As vezes interrogo-me, será que é preciso isto tudo? Tentar resolver as coisas em vez de sorrir? Sorrir e rir e divertir-me como antes fazia? Eu quero... Eu quero! EU QUERO!
(P.S.: Eu quero, posso e mando! Oh Yeah! xD Let's rock!)
terça-feira, 20 de maio de 2008
Comediantes
Bem, este post não vai ser tão habitual mas tinha mesmo de vir paqui xD
Tenho visto uns comediantes americanos, a sério, ponham no Youtube Bill Engvall e Dane Cook. Lol, são mesmo divertidos, principalmente Bill Engval que não é tão perverso como o Dane Cook.
O Bill tem aquele sotaque que torna tudo mais giro ainda xD a sério, pesquisem, vejam e riam-se =P
Tenho visto uns comediantes americanos, a sério, ponham no Youtube Bill Engvall e Dane Cook. Lol, são mesmo divertidos, principalmente Bill Engval que não é tão perverso como o Dane Cook.
O Bill tem aquele sotaque que torna tudo mais giro ainda xD a sério, pesquisem, vejam e riam-se =P
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Cometa
Passa um cometa de destruição por cima da minha cabeça,largando pedaços de si mesmo do vazio para este mundo. Cai um perto de mim, demasiado perto, e tento retirá-lo de cima de quem aterrou.
Mas é dificil, não quer sair e eu puxo com força mas encravou no lado oposto onde eu estou e nao me cabe a mim retirá-lo.
É pena, caiu outro não longe desta cena. Acabo por descobrir que foi em cima da aura de protecção projectada por mim, e que a furou, quebrou, partiu.
Cacos destroçados voam pelo ar atingindo pessoas inocentes na sua passagem. Se apenas soubessem...
Mas é dificil, não quer sair e eu puxo com força mas encravou no lado oposto onde eu estou e nao me cabe a mim retirá-lo.
É pena, caiu outro não longe desta cena. Acabo por descobrir que foi em cima da aura de protecção projectada por mim, e que a furou, quebrou, partiu.
Cacos destroçados voam pelo ar atingindo pessoas inocentes na sua passagem. Se apenas soubessem...
Tela em branco
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Conversas e desconversas 2
Há conversas que não morrem num dia, há conversas que voltam para nos atormentar o juízo q para relembrar daquilo que somos: do bom e do mau (mais frequentemente do mau xD).
Esta conversa começou com uma contagem que chegou aos 43 e que neste momento se abate no incrível número de 47 a passar para 48!
Quem é sabe que não é para diminuir de forma alguma a pessoa (se bem q eu n seja assim tao querida normalmente, ok darling? n te habitues, oubistes? xD) mas sim para salientar que estes números não devem ser a parte mais importante da nossa vida.
Os únicos números que nos devem importar mesmo é o número de telefone da nossa família, do nosso amor, dos nossos amigos e o número de coisas que prentendemos fazer antes de... bem, dizendo de forma ligeiramente *ou não* hipócrita, virarmos anjinhos...
Todos os outros números não nos dão felicidade. Esses são os números que verdadeiramente nos fazem felizes.
P.S.: Deixei escapar outros números que a mim não me fazem feliz, até me apetece eliminá-los xD, mas que fazem outras pessoas felizes. Cada um encontra os seus números, estes não são todos os meus, mas são aqueles que são mais importantes e que mais me recordo neste momento... Mas números há muitos, tal como pessoas á muitas e opiniões também...
Escolhe a tua opinião, escolhe os teus números... Escolhe quem és.
Esta conversa começou com uma contagem que chegou aos 43 e que neste momento se abate no incrível número de 47 a passar para 48!
Quem é sabe que não é para diminuir de forma alguma a pessoa (se bem q eu n seja assim tao querida normalmente, ok darling? n te habitues, oubistes? xD) mas sim para salientar que estes números não devem ser a parte mais importante da nossa vida.
Os únicos números que nos devem importar mesmo é o número de telefone da nossa família, do nosso amor, dos nossos amigos e o número de coisas que prentendemos fazer antes de... bem, dizendo de forma ligeiramente *ou não* hipócrita, virarmos anjinhos...
Todos os outros números não nos dão felicidade. Esses são os números que verdadeiramente nos fazem felizes.
P.S.: Deixei escapar outros números que a mim não me fazem feliz, até me apetece eliminá-los xD, mas que fazem outras pessoas felizes. Cada um encontra os seus números, estes não são todos os meus, mas são aqueles que são mais importantes e que mais me recordo neste momento... Mas números há muitos, tal como pessoas á muitas e opiniões também...
Escolhe a tua opinião, escolhe os teus números... Escolhe quem és.
Um encontro com o futuro
Cada dia passava vagarosamente, escorrendo lentamente por entre os dedos fechados de uma mão serrada que tenta insistentemente impedir a passagem do tempo por entre os seus próprios dedos.
Sempre acompanhados, os dois inseparáveis pesquisavam e revolviam o seu olhar para tudo à sua volta quer fosse uma flor, quer fosse um pássaro, quer fosse uma pessoa. Uma capacidade de análise esplêndida advinha do enorme coração que os dois irmãos criavam entre si. Ambos partilhando da mesma riqueza que criavam.
Apesar de diferente, o seu ambiente familiar permitia-lhes serem o que queriam sem objecções difíceis de superar, e cometer erros para aprender. Cada erro mais um diploma que exibiam com orgulho um ao outro a pensar: eu fiz, eu disse, eu estive lá… eu passei por isso.
Ferroadas frequentes eram contrabalançadas pelo incansável sorriso e apoio dos melhores amigos que não só eram próximos como tratados como verdadeiros irmãos. Não houvera nada até àqueles fatídicos dias que os fizesse romper a amizade, nem zangar. Até àqueles dias fatídicos uns anos mais tarde.
Com um sorriso que aumenta o brilho ao sol, os dois irmãos encaminhavam-se para um encontro com os seus companheiros de tudo e todos, com os seus amigos. Cada passo sentiam-se mais perto, cada segundo mais sorriam com a perspectiva de olhar mais uma vez nos olhos de todos eles.
Carlos saltava de desespero: as suas mãos vagueavam pelo cabelo, que neste ponto já estava desalinhado; os seus olhos não paravam um segundo, à procura de alguém rua acima e rua abaixo; a sua testa pingava o suor vindo à superfície pelo nervoso…
- Quero vê-la… Mal posso esperar para olhá-la nos olhos outra vez, para admirá-la mais uma vez… Será que.. Será que ela também..? Tu sabes…
- Se ela sente o mesmo por ti? – Inquiriu Matilde quase perdida de riso – Não to vou dizer, Carlitos, tens de ser tu a descobrir isso e se sim tudo bem, se não.. bem, fica pa próxima.
- Oh… Ok, isso não me ajuda nada…
- Mas posso dizer que… ela gosta de Lírios. – retorquiu finalmente Matilde com um sorriso matreiro no rosto.
Carlos olhou para a irmã. Vestia umas calças de ganda, uma camisola branca de manga à cava, calçava uns ténis de caminhada e usava o cabelo solto. Não podia estar mais simples.
- Só tu! Dizes sempre as coisas a metade, não podes falar decentemente como todos? – Estava na hora de a picar, declarou Carlos para si mesmo – É que não se percebe nada do que dizes!
- Percebe-se, só tu é que não percebes, seu cabeça oca!
Com sorrisos e risos os dois irmãos principiaram uma perseguição. Ela e ele corriam como se não houvesse amanhã e fugindo um do outro, num jogo íntimo entre os dois, numa afinidade que mais ninguém senão eles compreendia. Num acto que depois valeria por mais de mil palavras entre os irmãos, imortalizou-se aquela hora de fim de tarde.
Com a luz do sol poente reflectindo-lhes na cara correram e riram até à exaustão, até chegarem ao seu destino. Até olharem de novo um para o outro, até se abraçarem de novo. Até serem dois e não um mais uma vez.
Sempre acompanhados, os dois inseparáveis pesquisavam e revolviam o seu olhar para tudo à sua volta quer fosse uma flor, quer fosse um pássaro, quer fosse uma pessoa. Uma capacidade de análise esplêndida advinha do enorme coração que os dois irmãos criavam entre si. Ambos partilhando da mesma riqueza que criavam.
Apesar de diferente, o seu ambiente familiar permitia-lhes serem o que queriam sem objecções difíceis de superar, e cometer erros para aprender. Cada erro mais um diploma que exibiam com orgulho um ao outro a pensar: eu fiz, eu disse, eu estive lá… eu passei por isso.
Ferroadas frequentes eram contrabalançadas pelo incansável sorriso e apoio dos melhores amigos que não só eram próximos como tratados como verdadeiros irmãos. Não houvera nada até àqueles fatídicos dias que os fizesse romper a amizade, nem zangar. Até àqueles dias fatídicos uns anos mais tarde.
Com um sorriso que aumenta o brilho ao sol, os dois irmãos encaminhavam-se para um encontro com os seus companheiros de tudo e todos, com os seus amigos. Cada passo sentiam-se mais perto, cada segundo mais sorriam com a perspectiva de olhar mais uma vez nos olhos de todos eles.
Carlos saltava de desespero: as suas mãos vagueavam pelo cabelo, que neste ponto já estava desalinhado; os seus olhos não paravam um segundo, à procura de alguém rua acima e rua abaixo; a sua testa pingava o suor vindo à superfície pelo nervoso…
- Quero vê-la… Mal posso esperar para olhá-la nos olhos outra vez, para admirá-la mais uma vez… Será que.. Será que ela também..? Tu sabes…
- Se ela sente o mesmo por ti? – Inquiriu Matilde quase perdida de riso – Não to vou dizer, Carlitos, tens de ser tu a descobrir isso e se sim tudo bem, se não.. bem, fica pa próxima.
- Oh… Ok, isso não me ajuda nada…
- Mas posso dizer que… ela gosta de Lírios. – retorquiu finalmente Matilde com um sorriso matreiro no rosto.
Carlos olhou para a irmã. Vestia umas calças de ganda, uma camisola branca de manga à cava, calçava uns ténis de caminhada e usava o cabelo solto. Não podia estar mais simples.
- Só tu! Dizes sempre as coisas a metade, não podes falar decentemente como todos? – Estava na hora de a picar, declarou Carlos para si mesmo – É que não se percebe nada do que dizes!
- Percebe-se, só tu é que não percebes, seu cabeça oca!
Com sorrisos e risos os dois irmãos principiaram uma perseguição. Ela e ele corriam como se não houvesse amanhã e fugindo um do outro, num jogo íntimo entre os dois, numa afinidade que mais ninguém senão eles compreendia. Num acto que depois valeria por mais de mil palavras entre os irmãos, imortalizou-se aquela hora de fim de tarde.
Com a luz do sol poente reflectindo-lhes na cara correram e riram até à exaustão, até chegarem ao seu destino. Até olharem de novo um para o outro, até se abraçarem de novo. Até serem dois e não um mais uma vez.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Entre estudo...
Estive a estudar um pouco de Geologia para o meu teste de sexta-feira, e estava eu a sublinhar o livro quando alguns parágrafos me fizeram literalmente rir que nem uma perdida:
“Outros mecanismos importante que podem evitar a queda de blocos rochosos nas vias de comunicação, muitas vezes com consequências trágicas para as pessoas, são, por exemplo, as redes metálicas. A implementação destas estruturas evita que os materiais mais estáveis possam ser deslocados para a via pública.
No entanto, estas soluções devem ser, tanto quanto possível, enquadradas de uma forma harmoniosa na paisagem, a fim de evitar situações pouco estéticas.”
Ora sejamos sinceros, por favor, desde quando é que uma rede metálica, uma enorme barragem vista de jusante, um quebra-mar ou qualquer coisa do tipo pode ser minimamente estético?
É uma tentativa subtil, ou não subtil, de dizer que apesar dessas coisas serem necessárias são horríveis de olhar xD
Muitas dessas construções de suporte fazem mais mal que bem, principalmente as marinhas. Não era um bocadinho lógico (para não dizer mais que isso) parar com algumas construções e deslocarem pequenas partes das populações costeiras de forma a preservar o meio ambiente e a parte da praia durante mais tempo?
Eu acho mais lógico fazer investimentos e aplicar em coisas que sejam mais benéficas a curto prazo, mas isso é só a minha opinião de leiga, o que não contribui para a felicidade de ninguém…
xD ai, ai… as ideias que ocorrem e recorrem a esta cabeça são tantas e em tantas situações que gostava de as publicar todas, mas não posso. See ya ;)
“Outros mecanismos importante que podem evitar a queda de blocos rochosos nas vias de comunicação, muitas vezes com consequências trágicas para as pessoas, são, por exemplo, as redes metálicas. A implementação destas estruturas evita que os materiais mais estáveis possam ser deslocados para a via pública.
No entanto, estas soluções devem ser, tanto quanto possível, enquadradas de uma forma harmoniosa na paisagem, a fim de evitar situações pouco estéticas.”
Ora sejamos sinceros, por favor, desde quando é que uma rede metálica, uma enorme barragem vista de jusante, um quebra-mar ou qualquer coisa do tipo pode ser minimamente estético?
É uma tentativa subtil, ou não subtil, de dizer que apesar dessas coisas serem necessárias são horríveis de olhar xD
Muitas dessas construções de suporte fazem mais mal que bem, principalmente as marinhas. Não era um bocadinho lógico (para não dizer mais que isso) parar com algumas construções e deslocarem pequenas partes das populações costeiras de forma a preservar o meio ambiente e a parte da praia durante mais tempo?
Eu acho mais lógico fazer investimentos e aplicar em coisas que sejam mais benéficas a curto prazo, mas isso é só a minha opinião de leiga, o que não contribui para a felicidade de ninguém…
xD ai, ai… as ideias que ocorrem e recorrem a esta cabeça são tantas e em tantas situações que gostava de as publicar todas, mas não posso. See ya ;)
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Death Note
À umas semanas acabei de ver uma anime que estava a ver, Death Note.Muito engraçada, chega até a ser complexa e com ideias mirabolantes mas lógicas. Uma antevisão de mentes de grandes pensadores tanto no bom sentido como mau.
Fez-me pensar que o pensamento humano nunca é aquilo que estamos à espera, e que de uma cabeça podem sair várias ideias que nem imaginamos.
Fez-me pensar... fez-me pensar... ao fazer-me pensar, em tudo e em nada, eu pensei... será que eu sou ilógica? Com as coisas estranhas que tem acontecido à minha volta (previsões de signos não ajudam, poupem-me a isso pois diz quase o que sou e Odeio isso) e não só a mim, começo a pensar que o erro está na capacidade de processar informação da minha máquina mais importante...
Será? Raito, L e N tinham a certeza das suas capacidades... Pelo menos o suficiente para elaborar planos e cumpri-los de forma secreta e eficiente. Apenas o ego levou à destruição de Raito. O ego.
Arménios
Uns alunos de uma escola Arménia vieram da Turquia para ver como eram as nossas escolas e aulas, num esquema de inter-câmbio.
Sexta recebêmo-los na nossa escola, e levámo-los à vila de Oeiras. Encontrámo-los também de noite quando fomos sair e conversámos imenso, trocá-mos e-mails e gostos e tudo correu na maior =)
Segunda voltaram à nossa escola, desta vez para participarem numa aula de educação física, e na terça assistiram à nossa aula de inglês. Andaram sempre acompanhados que no fim de semana, quer de tarde mas só vou falar do que presenciei.
Esta tarde fomos a Belém com eles. 5 rapazes, 5 raparigas e 4 professoras. Foi divertido, sim senhora. Muito giro. Não vou explicar tudo porque há coisas que nem todas as palavras podem descrever, mas foi com pena que os vi irem embora... Não só eram boas pessoas e muito sociáveis como tornaram estes dias muito mais fáceis de suportar, para mim, lá na escola.
Segundo o que me disseram em Outubro será a vez da nossa escola eleger 10 alunos para visitarem a escola destes novos amigos, em Istambul =) Deve ser o máximo...
Sexta recebêmo-los na nossa escola, e levámo-los à vila de Oeiras. Encontrámo-los também de noite quando fomos sair e conversámos imenso, trocá-mos e-mails e gostos e tudo correu na maior =)
Segunda voltaram à nossa escola, desta vez para participarem numa aula de educação física, e na terça assistiram à nossa aula de inglês. Andaram sempre acompanhados que no fim de semana, quer de tarde mas só vou falar do que presenciei.
Esta tarde fomos a Belém com eles. 5 rapazes, 5 raparigas e 4 professoras. Foi divertido, sim senhora. Muito giro. Não vou explicar tudo porque há coisas que nem todas as palavras podem descrever, mas foi com pena que os vi irem embora... Não só eram boas pessoas e muito sociáveis como tornaram estes dias muito mais fáceis de suportar, para mim, lá na escola.
Segundo o que me disseram em Outubro será a vez da nossa escola eleger 10 alunos para visitarem a escola destes novos amigos, em Istambul =) Deve ser o máximo...
terça-feira, 6 de maio de 2008
Lost Thoughts
Everyday we look up at the sky, never suspicious of the true wonders it might show us at that moment: an endless gorgeous blue, mighty cotton-candy like white clouds, millions of wings tearing up an abyss in the air… Hundreds of hungry-faced people stare at the sky with me, famished, and hoping to ease up their pain with emptiness.
No. Sky is wonder. Sky is the limit for us, unfinished products of evolution; unpleasant unions between earth and water; irresponsible beings who took mother earth for themselves.
No. Sky is a new beginning. Sky is the Promised Land for our era’s gold prospectors. Sky is one of my subterfuges, sky is … just the sky. A beautiful portrait painted and admired by us, what we often forget is that that particular painting wasn’t painted specially for us. We were just caught in the middle of an art display that is our planet.
Beware, those wonderful paintings that colour that art display may be stolen by us, and will be irrevocably lost in time.
The Sky. My sky. Your sky. My friend. A friend who listens to me when my tears find no where else to fall, when my heart pumps so hard that it shakes the clouds, when my thoughts scream so loud that every single bird becomes quiet to hear my cry of pain.
A friend that no one, not even myself, will take away from me.
No. Sky is wonder. Sky is the limit for us, unfinished products of evolution; unpleasant unions between earth and water; irresponsible beings who took mother earth for themselves.
No. Sky is a new beginning. Sky is the Promised Land for our era’s gold prospectors. Sky is one of my subterfuges, sky is … just the sky. A beautiful portrait painted and admired by us, what we often forget is that that particular painting wasn’t painted specially for us. We were just caught in the middle of an art display that is our planet.
Beware, those wonderful paintings that colour that art display may be stolen by us, and will be irrevocably lost in time.
The Sky. My sky. Your sky. My friend. A friend who listens to me when my tears find no where else to fall, when my heart pumps so hard that it shakes the clouds, when my thoughts scream so loud that every single bird becomes quiet to hear my cry of pain.
A friend that no one, not even myself, will take away from me.
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