segunda-feira, 19 de julho de 2010

reminescences

Devo escolher o curso que mais gosto ou aquele que tem mais saídas profissionais? A pergunta atormenta muitos dos alunos que, a partir de hoje, entregam os papéis que lhes poderão dar acesso ao sonho de entrar na faculdade para tirar o curso que escolheram, depois de conhecidas ontem as vagas ao ensino superior.
É claro que se o aluno for uma nulidade a matemática, não deve candidatar-se a cursos de ciências. Mas, por outro lado, diz Ana Cristina Silva, professora do ISPA, "o talento pode desenvolver-se". E não vale a pena escolher um curso só porque tem muita saída profissional, porque pode ver-se a fazer uma coisa de que não gosta. De qualquer forma, tudo depende dos valores de cada um, como explica Ana Cristina Silva: "Há pessoas que dão mais importância a ter uma boa casa e um bom carro que outras. Umas vão dar-se pior com a instabilidade do que outras. Mas se sou uma nulidade para algo com imensa empregabilidade, não vale a pena".


O que será que posso fazer com álgebra??

http://nautilus.fis.uc.pt/roteiro/apendice1.htm

voltando ao assunto de não deixar sua família interferir na escolha,opte sempre por cursos genéricos, se gosta de relações internacionais, opte por direito e depois se especialize, se gosta de turismo opte por história ou geografia e depois faça uma pós graduação ou mestrado na área de turismo, o importante é usar os cursos genéricos e depois especializar-se, e pesquise muito,veja a formação dos profissionais de referência em sua área ,entre em contato se possível, faça testes vocacionais ( e leve a sério, porque eu não levei porque já estava "brainwashed"),afinal se conselho fosse bom não se daria, se vendia, e o tempo passa e a frustração ela chega,e é somente você que arca com as consequências boas ou ruins.

O meu pai é claramente adepto das engenharias, o resto das pessoas que eu conheço re-encaminha-me p letras...

"Alguns jovens, sem opinião formada quanto ao assunto, são forçados a trilhar os passos dos pais, que por facilidade na profissão ou por fatores econômicos acreditam ser a melhor solução", afirma Margareth, que usa como exemplo a vida do escritor Carlos Drummond de Andrade. "Ele foi obrigado pelo pai e fazer o curso de farmácia, sem nunca ter tido vocação para isso. Depois de formado, entregou o diploma para o pai e seguiu, com muito sucesso, na carreira de escritor e poeta",

"O trabalho pode ser relacionado com a profissão. É algo que todos têm capacidade de fazer, com talento ou sem, mas a vocação é mais íntima e profunda, é algo que nos dá prazer e, se combinada com o trabalho, pode dar frutos excepcionais, como no caso do músico", explica Miriam.

Hm, realmente, nao quero deixar de escrever. Um dos objectivos do meu futuro é publicar um livro e conseguir aprender cada x mais línguas....mas isso nao é profissao para ninguém...

A VERR --->>>>> http://www.acessoensinosuperior.pt/indmain.asp?frame=1

Cum catano, tou lixada O.o se decidir ficar tenho (até agora, sem CDI, 30 ECTS) --> O regime de prescrições em vigor este ano é:

=> Até ao fim da 3ª matrícula tens de completar 60 créditos;
=> Até ao fim da 4ª matrícula tens de completar 120 créditos;
=> Até ao fim da 5ª matrícula tens de completar 150 créditos.

A partir do próximo ano altera-se apenas a última condição, passado de 150 créditos para 180.
Blue_Angel Escreveu:
depois desse ano podes voltar a candidatar-te ao curso pelo concurso público normal... penso que seja assim... (não sei se é igual para as restantes universidades)...
O aluno depois pode optar pelo reingresso.

A VERR -->>> http://www.forum.pt/cursos/pesquisa

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